Sábado, Jul 22nd

Last updateQui, 20 Jul 2017 5pm

Centrais Sindicais aprovam calendário de lutas para dar continuidade à luta contra as reformas da Previdência e trabalhista

Nova GREVE GERAL está convocada para o dia 30 de junho

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As centrais sindicais (CTB, CUT, UGT, Força Sindical, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, A Pública e CSB) se reuniram no dia 5 de junho para debater e deliberar sobre a continuidade da luta dos trabalhadores brasileiros contras as reformas excludentes do governo Temer.

 Aprovaram um calendário de luta com indicação de nova GREVE GERAL para o próximo dia 30 de junho. Dentro desse calendário, as centrais convocaram para 20 de junho um “Dia Nacional Mobilização rumo à GREVE GERAL.”

 O direcionamento adotado pelas Centrais é correto e necessário nesse momento, que exige o crescimento da resistência e da luta contra as propostas  do governo capitaneado por Michel Temer, que põe fim a direitos consagrados da Classe Trabalhadora e de toda a sociedade brasileira.

 Está claro que a sociedade está contra esse governo é só com luta iremos barrar os retrocesso capitaneados por Michel Temer

 Leia nota na íntegra:

 Unidade e luta em defesa dos direitos

GreveGeralAs centrais sindicais, (CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CSB e A Pública- Central do Servidor), convocam todos(as) para o calendário de luta e indicam uma nova GREVE GERAL dia 30 de junho.

 As centrais sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer.

 Dentro do calendário de luta, as centrais também convocam para o dia 20 de junho – O Esquenta Greve Geral, um dia de mobilização nacional pela convocação da greve geral.

 Ficou definido também a produção de jornal unificado para a ampla mobilização da sociedade.

 Agenda

 – 06 a 23 de junho: Convocação de plenárias, assembleias e reuniões, em todo o Brasil, para a construção da GREVE GERAL.

 – Dia 20 de junho: Esquenta greve geral com atos e panfletagens das centrais sindicais;

 – 30 de junho: GREVE GERAL.

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Reformas trabalhista e previdenciária atendem interesses dos patrões

O governo Temer representa os interesses patronais, e suas medidas visam exclusivamente tirar direitos dos trabalhadores para aumentar os lucros das empresas. Companheiro(a), se liga, que as reformas tem tudo a ver com a retirada dos seus poucos direitos!

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Querem acabar com a legislação trabalhista para engordar o lucro do patrão

Essa reforma é uma destruição geral de direitos, um desmonte da legislação trabalhista, e não a modernização

A mídia e o governo insistem em dizer que a reforma trabalhista é para modernizar. E que os sindicalistas estão contra porque querem preservar seus privilégios.

São mentiras para enganar a população e empurrar essa reforma que acaba com mais de 100 itens da CLT, a legislação que protege o trabalhador da ganância patronal.

Entre as muitas maldades dessa reforma, as piores são:

Negociado sobre o legislado - Aquilo que o trabalhador negociar com a empresa vai valer mais do que a lei. Com isso, a jornada de trabalho de 8 horas no máximo pode ir até 12, sem hora extra. Isso é inadmissível porque o patrão tem muito mais força e se aproveita do desemprego e da rotatividade de mão de obra para impor o que quer.

Trabalho intermitente - quer dizer que as empresas vão poder contratar os trabalhadores por hora, chama-los só quando quiser e pagar só as horas trabalhadas. Isso vai reduzir salários e piorar as condições de contrato.

Acesso à justiça do trabalho - A reforma elimina a gratuidade para abertura de processo e dificulta a reclamação, pelo trabalhador, de direitos não respeitados.

Vestimentas - A empresa e o patrão vão poder definir como os trabalhadores e trabalhadoras vão se vestir no local de trabalho.

Autoriza mulheres gravidas a trabalharem em locais insalubres.

Terceirização - o projeto sacramenta a terceirização da atividade fim e acaba com a responsabilidade subsidiária, que é a obrigação da empresa tomadora de serviços pagar os direitos do trabalhador caso a empresa contratante dê calote, algo comum no setor de telemarketing.

PJ – O patrão poderá contratar o trabalhador como Pessoa jurídica, sem direito a férias, 13º salário, rescisão de contrato, FGTS e outras garantias.

Além disso essa reforma acaba com:

•Licença maternidade;

 •13º salário;

•Férias de 30 dias;

•Acréscimo sobre horas extra;

 •Repouso para alimentação e descanso;

•Limite de 44 horas semanais;

•Limite de 8 horas de trabalho diário;

•Limite de horas extras diárias;

•O direito do trabalhador ter um Sindicato forte para se organizar e defender seus direitos.

Com a reforma da Previdência, querem fazer você trabalhar até morrer

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No dia 9 de abril a Comissão Especial da Reforma da Previdência aprovou o texto para ser votado pelos deputados. Nesse dia o Congresso foi cercado por grades e o policiamento foi ostensivo (com armas de fogo) para impedir o acesso dos trabalhadores à sessão que aprovou o substitutivo da PEC 287/16.

O texto na prática acaba com o direito do trabalhador à aposentadoria, pois cria regras que impossibilitam o acesso ao benefício. Esse ataque brutal é justificado pelo governo com manipulação e mentira, pois não existe déficit na Previdência. O combate é necessário e urgente!

Veja o que querem fazer:

•Aumentar o tempo de trabalho da mulher, mais que o dos homens, apesar das mulheres conviverem com piores condições de trabalho e com a dupla jornada de trabalho;

•Que você trabalhe até 65 anos (homens) e 62 (mulheres) ou mais para poder se aposentar;

•Obrigar você a trabalhar por até 40 anos, comprovado em carteira, para poder se aposentar (trabalho sem registro não conta);

•Acabar com a aposentadoria por contribuição ou tempo de serviço;

•Obrigar o trabalhador a ter, no mínimo, 25 anos de contribuição para se aposentar por idade, o que é fora da realidade no Brasil;

•Acabar com o direito do trabalhador rural se aposentar, impondo a eles as mesmas regras dos trabalhadores urbanos.

 

DECRETO Nº 6 523

Código de ética

Criança e adolescente