Quarta, Ago 23rd

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Greve Geral: A força dos trabalhadores contra as reformas!

Manifestações de 15 e 31 de março, que culminaram na ampla GREVE GERAL do dia 28 de abril, comprovam o repúdio dos trabalhadores aos ataques do Governo contra os direitos previdenciários e trabalhistas. Movimentos Sociais organizados convocam novas ações para engrossar a luta!

A greve geral realizada no dia 28 de abril mostrou a disposição de luta de todo o povo brasileiro – Mas é preciso ir além!

Em todo o país diversas categorias, inclusive o Sintratel, paralisaram suas atividades em repúdio às reformas previdenciária e trabalhista, e à terceirização irrestrita encaminhada pelo governo Temer. Trabalhadores do setor de transporte das principais cidades brasileiras tiveram participação destacada, o que colaborou para o envolvimento de aproximadamente 35 milhões de trabalhadores. Foi a maior greve geral dos últimos 30 anos no país.

Pesquisa recente do Datafolha mostra que 71% dos brasileiros são contra a Reforma da Previdência. Apesar disso o governo ilegítimo de Temer, menos de uma semana após a greve geral, aprovou na maior cara de pau o texto da reforma na Comissão da Câmara dos Deputados. A tramitação da Reforma Trabalhista também continua.

As delações premiadas da Odebrecht colocaram todo o governo sob suspeita de corrupção. Oito ministros, além do próprio Temer foram citados. Temer, apesar das denúncias de ter negociado o recebimento de 40 milhões de dólares juntamente com Eduardo Cunha, só não está sendo investigado pela imunidade do cargo.

Diante de tantos escândalos e de uma aprovação de apenas 4% na última pesquisa, para Temer está claro que só é possível se manter no governo até 2018 se aprovar as Reformas que prometeu aos empresários que o financiaram.

Por isso é fundamental persistir nas mobilizações que enfrentam as reformas Trabalhista e da Previdência e a terceirização irrestrita.

O dia 28 de abril mostrou que os trabalhadores têm disposição de lutar contra as reformas. As mudanças no calendário de votação da Reforma da Previdência mostram que a base parlamentar tem sentido a pressão das ruas. Nesse sentido, as Centrais Sindicais definiram novos protestos, como uma ocupação de Brasília, e já é foco dos debates a convocação de uma nova greve geral para alcançar a vitória que os trabalhadores almejam.

É preciso ocupar as ruas, as empresas, as universidades, as escolas e os bairros, e juntos construir a vitória! O Sintratel convoca toda a categoria a se manter mobilizada e a participar das ações convocadas pelas Centrais Sindicais.

Participe, são seus direitos que estão em jogo!

DECRETO Nº 6 523

Código de ética

Criança e adolescente