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Sintratel se une a UGT e demais centrais em protesto contra as reformas do governo Temer, no dia 30/06

O Sintratel esteve ao lado da União Geral dos Trabalhadores (UGT), em uma ação conjunta com as demais centrais sindicais na sexta-feira, 30 de junho, no centro da cidade de São Paulo. Foi um grande ato em repúdio às propostas apresentadas pelo governo federal, que retira direitos trabalhistas e previdenciários.

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A ação, que iniciou na Praça Ramos, seguiu pelas ruas do centro da capital até a frente da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo, onde líderes sindicais e representantes de movimentos sociais se revezaram em alertas à população sobre a perda de direitos que a aprovação da reforma trabalhista representa para o conjunto da classe trabalhadora.

Veja AQUI vídeo com a fala da dirigente do Sintratel Valmira Luzia da Silva.

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Ricardo Patah, presidente nacional da UGT, enfatizou a importância da unidade dos movimentos sindicais e sociais neste momento tão conturbado da política brasileira. “É inadmissível que um governo atolado em escândalos de corrupção, com o primeiro presidente da nossa história a ser denunciado por corrupção no exercício do seu mandato e ainda queira aprovar projetos tão danosos para a classe trabalhadora”.

O presidente do Sintratel, Marco Aurélio de Oliveira, afirmou que a reforma trabalhista significa o fim da proteção da lei ao trabalho, uma completa desregulamentação que acaba com os direitos dos trabalhadores e só interessa às empresas. Ela precisa ser derrotada pela luta da classe trabalhadora.

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Durante todo o dia 30 de junho, houve greve de diversas categorias, protestos e bloqueios de vias contra as reformas de Temer. Em São Paulo, além do ato no centro da cidade, também foi realizada uma grande manifestação que fechou a Av. Paulista por várias horas.

O dia de luta foi muito forte, mesmo com a adesão menor do setor de transporte e com a pressão que o desemprego crescente provoca sobre os trabalhadores, trazendo medo de perda do posto de trabalho por participação em uma greve.

A força do movimento mostrou mais uma vez que está crescendo a consciência da população para a gravidade do momento e para os perigos de perda de direitos históricos pelos trabalhadores brasileiros. E que é preciso se manter na luta para derrotar as iniciativas do governo.

O próximo passo é pressionar deputados e senadores para não votarem contra os interesses da classe trabalhadora. E participar das próximas etapas da luta contra as reformas previdenciária e trabalhista do governo Temer, que retiram inúmeros direitos históricos dos trabalhadores.

As centrais sindicais devem manter a mobilização e convocar novas ações por NENHUM DIREITO A MENOS! E o Sintratel continuará participando, convocando a categoria e reforçando essa luta histórica, de defesa dos direitos trabalhistas e previdenciários da classe trabalhadora brasileira.

Com informações da imprensa da UGT  

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