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O lançamento de Dandarah será no dia 18 de dezembro, no Rio de Janeiro

 

Segundo um relatório produzido pelo Grupo Gay da Bahia, a cada 20 horas uma pessoa LGBT+ é assassinada ou se suicida vítima da LGBTfobia no Brasil.

Em 2018, 420 pessoas LGBT+ (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) morreram no Brasil. Foram 320 homicídios (76%) e 100 suicídios (24%).

Diante desta realidade alarmante, o aplicativo Dandarah foi criado com o objetivo de denunciar e informar sobre as formas de violência que esse grupo enfrenta por consequência da LGBTfobia.

O app é uma iniciativa do Projeto Resistência Arco-Íris, da ENSP – FIOCRUZ em parceria com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT).

Além de servir de fonte de informação para a comunidade LGBT+, a iniciativa apontará a localização de espaços seguros para essas pessoas. O cadastro desses ambientes será feito pelos próprios usuários.

O aplicativo também terá um botão de pânico. Quando acionado, uma mensagem será enviada para cinco pessoas de confiança do usuário informando que ele está em situação de risco.

O Dandarah foi batizado em homenagem à travesti Dandara Ketlyn, que foi assassinada brutalmente em 2017, no Ceará.

 

O app está disponível, na versão Beta, na Play Store. Em breve também estará na App Store. O lançamento oficial da ferramenta ocorrerá no dia 18 de dezembro, a partir das 13h, no Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos (Rua Leopoldo Bulhões, 1480, 4° andar), no Rio de Janeiro, e contará com mesas temáticas sobre a violência LGBTIfóbica e resultados do projeto.

Fonte: Observatório do 3 setor

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