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Esse cenário foi publicado em relatório do FMI e divulgado nesta quarta-feira (2). O FMI estima uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) de 5,8% em 2020, seguida por uma “recuperação parcial” para 2,8% em 2021.

 

Ainda não temos vacina e não sabe quando estará disponível para os brasileiros, o auxílio emergencial acabará e a pandemia persistirá, isso são elementos que fez o FMI (Fundo Monetário Internacional) dizer que o Brasil deve continuar pagando o auxílio emergencial.

 

Com a pandemia entre nós e sem o pagamento do auxílio, milhares de brasileiros deixarão de consumir o que frearia uma possível retomada da economia brasileira. Esse cenário foi publicado em relatório do FMI e divulgado nesta quarta-feira (2).

 

No relatório o FMI afirma que autoridades devem estar preparadas apoio adicional para evitar uma crise ainda mais profunda.

 

Um dia antes, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que não haverá uma prorrogação de nenhum tipo de pagamento para os brasileiros afetados pela pandemia. O beneficio atualmente é de R$ 300 e acabará em dezembro.

 

O relatório do FMI trata de outros temas como reforma tributária, equilibrar o orçamento, fortalecer a rede de seguridade social e reformar novamente a Previdência Social.

 

O FMI estima uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) de 5,8% em 2020, seguida por uma “recuperação parcial” para 2,8% em 2021.

 

“Os efeitos persistentes da crise da saúde e a retirada esperada do apoio fiscal irão restringir o consumo, enquanto o investimento será prejudicado pela capacidade ociosa e alta incerteza”, afirma a instituição ao comentar as projeções de crescimento para 2020 e 2021.

 

com informações da Folha de São Paulo

 

Fonte: Redação Mundo Sindical

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