O Sindicato dos Trabalhadores em Telemarketing (SINTRATEL) participou, no último sábado (25), da 11ª Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, realizada na Praça Roosevelt. O ato também celebrou os 10 anos das mobilizações em memória de Luana Barbosa e integrou as atividades do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e do Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.

Representando o SINTRATEL, estiveram presentes os diretores Paulo Martins, Pamela Alves, Angel Gabriel e Ana Lúcia do Nascimento, reafirmando o compromisso da entidade com a promoção da igualdade racial, da equidade de gênero e da defesa dos direitos das mulheres trabalhadoras.

Durante a manifestação, milhares de pessoas ocuparam as ruas para denunciar o racismo estrutural, a violência de gênero, a violência doméstica e os feminicídios, além de defender políticas públicas voltadas à proteção das mulheres negras. O ato também reforçou a importância da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1, pauta histórica do movimento sindical por mais qualidade de vida e valorização do trabalho.

Para a diretora Pamela Alves, a marcha representa a força da organização coletiva e da resistência das mulheres negras.

"Marchamos por dignidade, justiça e equidade. Marchamos para reafirmar que nossas vidas importam, que nossas vozes precisam ser ouvidas e que não aceitaremos mais o racismo, o machismo, a violência e todas as formas de desigualdade que atravessam a vida das mulheres negras."

Já a diretora Ana Lúcia do Nascimento destacou o significado da mobilização para fortalecer a luta por direitos e oportunidades.

"Este ato demonstra que as mulheres não estão sozinhas. Estamos unidas na luta por igualdade de oportunidades, trabalho digno, salários iguais e pelo respeito aos nossos direitos. Quando nos unimos, somos mais fortes, e o SINTRATEL seguirá firme ao lado das trabalhadoras nessa caminhada."

A participação do SINTRATEL reforça o princípio básico da entidade com o combate a todas as formas de discriminação e violência, bem como com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e democrática. Para o sindicato, defender os direitos das mulheres negras é defender o direito ao trabalho decente, à igualdade de oportunidades e à dignidade de toda a classe trabalhadora.

 

 

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